A palavra sustentabilidade tem sido muito utilizada, especialmente, associada ao desenvolvimento. É comum que essa discussão envolva o poder público e empresas privadas: basta observar os eventos, como a COP 25, Conferência do Clima, que procuram discutir ações para barrar os efeitos do aquecimento global em nosso planeta.

Afinal, isso submeteria as futuras gerações a um desequilíbrio não só ambiental, mas também econômico e social. Muito disso pode ser aplicado às empresas, mas e dentro do poder público?

Como a sustentabilidade no governo pode ser cobrada efetivamente, o que tem sido feito e como a tecnologia contribui para mudar esse quadro? Confira as respostas, neste artigo!

Como funciona a questão da sustentabilidade no governo?

Desenvolvimento sustentável é uma questão que tem ganhado destaque no que diz respeito à administração pública, e as razões para isso são variadas. A primeira delas é a necessidade de uma maior economia dentro dos órgãos públicos, seguida pela própria demanda da população e a estruturação da sociedade, que já não comporta mais um consumo desenfreado.

Diante dessa realidade, o setor público deve estar alinhado à relevância que representa como indutor de transformações estruturais dentro dos principais setores produtivos e de consumo sustentável. Por isso, é importante que as contratações sejam fomentadas com transparência, mas também com inovação tecnológica e uso racional dos recursos.

A ideia de abranger as contratações públicas é promover a valorização de compras mais sustentáveis e a utilização de serviços que estejam ligados à responsabilidade ambiental. Assim, o poder público passa a ser um instrumento protecionista do meio ambiente, além de promover o desenvolvimento econômico e social.

Iniciativas públicas

Procurando atender à demanda por uma gestão pública mais sustentável, o governo propõe uma série de iniciativas nesse sentido, que visam aproximar os órgãos dessas demandas. Entre elas, podemos citar: 

  • Comissão Interministerial de Sustentabilidade na Administração Pública;
  • Planos de Logística Sustentável;
  • desfazimento de bens públicos;
  • mercado sustentável para adaptação na aquisição da administração pública.

Todos os exemplos citados são fóruns, espaços nos quais os administradores públicos, os servidores e a própria sociedade podem compartilhar conhecimento. Também, contar sobre as suas experiências na busca por boas práticas, especialmente, ligadas às compras sustentáveis.

Quais os benefícios da sustentabilidade no governo?

Tendo como base o princípio básico de sustentabilidade aplicada às ações do governo, é possível destacar alguns benefícios da prática. Confira os principais, a seguir!

Melhoria da qualidade de vida no trabalho

As instituições públicas são os principais exemplos de ações conscientes — pelo menos deveria ser assim. A partir do momento que elas adotam práticas sustentáveis, os servidores se tornam mais sensíveis a questões do tipo.

Vale lembrar que é necessário qualificação para que eles possam fazer a gestão correta dos recursos naturais utilizados e resíduos que são gerados. Essa consciência ajuda a trazer mais qualidade para o dia a dia das pessoas que ali estão alocadas.

O interessante é que instituições públicas de todas as esferas podem ser contempladas (municipal, estadual e federal). Além disso, os poderes também abrangem os âmbitos executivo, legislativo e judiciário.

Estímulo a boas práticas das empresas contratadas

Quando uma repartição adota ferramentas que ajudam na sustentabilidade de seus processos, ela também passa a encorajar as empresas terceirizadas a fazerem a mesma coisa. Isso porque o órgão público passa a implementar metodologias de incentivo em seu dia a dia, tendo impacto direto na abertura de licitações para a aquisição de serviços.

A ideia é que tal setor promova o reconhecimento de boas práticas para que cada vez mais empresas adotem um modelo sustentável na condução de seus processos. Isso poderá ser usado, inclusive, como pré-requisito para futuras licitações.

Redução de custos

A redução de custos também é uma das vantagens de uma organização mais sustentável. Ter práticas do tipo ajuda na economia de recursos, como papel, e agiliza esforços, permitindo que os servidores possam ser mais produtivos em seu dia a dia.

A instalação de softwares que permitem o armazenamento de documentos, por exemplo, evita que o gasto com impressões e local de armazenagem de documentos pese no orçamento da administração pública.

Como a Digix ajuda a impulsionar a sustentabilidade no governo?

Pensando na questão da sustentabilidade do governo e na agilidade de processos, a Digix tem um software chamado Papel Zero. O programa possibilita a tramitação eletrônica de documentos, por meio da qual é possível acompanhar as atividades e monitorar processos.

Além disso, autoriza a assinatura digital de documentos, o que consequentemente garante a validade jurídica das atividades. Com isso, os documentos que passam pelo sistema têm um certificado digital padrão ICP-Brasil, que é responsável por assegurar a autenticidade e integridade dos documentos.

A execução do Papel Zero é feita de maneira totalmente digital, o que dispensa a impressão e o uso de papel, como já dissemos, mas também o deslocamento desse documento. Afinal, é preciso considerar o fato de que nem sempre as pessoas responsáveis pela assinatura estão presentes no órgão público.

Quando associada à Nexxus, outra ferramenta criada pela Digix, a sustentabilidade no governo é potencializada. Isso porque as duas representam a redução no tempo de repasse de recursos, o que permite maior controle do seu uso, evitando desperdícios na máquina pública.

Além disso, as despesas de envio de documentos são eliminadas. Isso, inclusive, representa uma redução na poluição como um todo, visto que os meios de transporte não precisarão ser usados. Consequentemente, elimina a necessidade de queima de combustíveis, um dos principais vetores ligados à degradação ambiental.

A melhor maneira de promover a sustentabilidade no governo é trazer para perto iniciativas que impactem os processos governamentais, como é o caso do uso de softwares. A tecnologia veio para facilitar uma série de questões do dia a dia da administração pública, junto de algumas iniciativas determinadas pelos próprios poderes municipais, estaduais e federal.

Inclusive, é uma das precursoras do modelo de sustentabilidade no governo, questão que merece destaque, dada a importância da administração mais correta dos recursos públicos.

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