O setor público possui como uma das principais características a necessidade de acompanhar as mudanças sociais. Nesse cenário, a adoção de sistemas personalizados contribui para prestar serviços mais ágeis para a população, que necessita de respostas cada vez mais rápidas e eficientes.

A gestão pública deve buscar soluções que sejam viáveis economicamente e proporcionem bons resultados. Sem dúvida, é um grande erro investir em um sistema que não possui os recursos necessários para cumprir os objetivos estabelecidos.

Além do desperdício de dinheiro, será preciso perder tempo em procurar outra alternativa para resolver o problema. Neste post, vamos mostrar como um sistema personalizado pode ser adotado no setor público com inteligência e eficiência. Confira!

Qual é a importância de sistemas personalizados para a gestão pública?

Um software pode ser construído de duas formas: criado com base exclusivamente na demanda do cliente ou desenvolvido aproveitando funcionalidades de outras ferramentas que já estão no mercado.

Com base nesses modelos de elaboração, é possível fazer sistemas personalizados para a gestão pública. Por que será que é complicado usar uma ferramenta já testada e aprovada no Poder Judiciário em um órgão do Poder Executivo?

Uma das razões para isso acontecer é a ausência de padronização de processos que englobam a administração pública como um todo.

Por não haver uma legislação que determine um modelo único para executar as atividades (controle do patrimônio, avaliação de servidores etc.), cada órgão realiza as ações conforme julga mais conveniente, desde que esteja de acordo com a lei.

Esse cenário faz com que seja bastante comum o desenvolvimento de sistemas feitos exclusivamente para determinados setores da administração pública. Por exemplo, o Poder Executivo Estadual e uma prefeitura podem usar softwares diferentes para acompanhar a arrecadação.

Afinal, por que investir em um sistema de gestão personalizado?

Como não existe uma regulamentação que torna os processos do setor público unificados, uma maneira de tornar os serviços mais eficientes é investir em sistemas de gestão personalizados.

Outro aspecto que favorece a adoção desse formato de ferramenta é a mudança de administradores nas esferas governamentais. Na União, estados e municípios, os gestores do Poder Executivo permanecem no máximo 8 anos, caso sejam reeleitos. Do contrário, ficam somente 4 anos no cargo.

É bastante comum uma nova administração buscar mudanças nos processos para aperfeiçoar os serviços e mostrar uma gestão mais moderna e ágil. Para concretizar essa meta, optam por sistemas que devem ser adaptados às necessidades de cada esfera pública.

Também é necessário destacar que a realidade de cada região é diferente. Em um município do interior, é mais simples gerenciar as escolas da rede pública do que em uma capital, por exemplo.

Nesse caso, é provável que o software a ser usado na cidade de maior demanda tenha mais funcionalidades (gastos com obras, uso do transporte escolar etc.). Isso acontece porque o controle das ações deve ser feito com mais cuidado em virtude do maior investimento em relação ao serviço prestado à população.

A complexidade social é mais um fator a ser considerado como causa da expansão dos sistemas personalizados no serviço público. Imagine que um estado resolva ter um mapeamento da violência. O ideal é que o software tenha recursos para averiguar os tipos de crime e as regiões onde há maior ocorrência de casos.

Como surgem novos delitos em virtude de mudanças na legislação (feminicídio, homicídio praticado contra mulheres por motivo de ódio) ou pelo avanço tecnológico (crimes virtuais, como o ransomware), é preciso fazer adaptações na ferramenta para registrar as infrações contra a lei.

Em geral, os gestores públicos dos três poderes optam por trabalhar com o planejamento estratégico. Isso faz com que haja uma mudança de prioridades de uma administração para outra.

Para fazer o acompanhamento das atividades de forma correta, é crucial contar com um sistema elaborado dentro das necessidades de cada cliente. Contar com dados atualizados em tempo real é uma iniciativa relevante para a tomada de decisão.

Como contratar um sistema personalizado para o setor público?

Em qualquer segmento profissional, a escolha da empresa responsável por executar os serviços deve levar em conta a experiência e o prestígio que possui no mercado.

Também é recomendado avaliar como a organização poderá dar um suporte para o órgão público quando o sistema apresentar algum problema.

Nenhum cliente gosta de deixar de utilizar um serviço durante um determinado período, porque a empresa contratada não tem condições de fazer a manutenção de forma rápida e eficiente.

Outra dica é verificar a habilitação dos profissionais que serão responsáveis pelo desenvolvimento do sistema. Quanto mais certificações um trabalhador do setor de TI apresentar, mais condições ele terá de executar a demanda conforme o planejado.

É relevante constatar se a empresa possui o hábito de trabalhar com a gestão pública. Por questões culturais e de legislação, o setor público possui características bem diferentes da iniciativa privada.

Esse aspecto faz com que seja importante uma companhia entender o funcionamento de um órgão público para desenvolver um sistema que possa contemplar as necessidades estipuladas com mais precisão.

A agilidade em construir a ferramenta e de fazer modificações que possam aperfeiçoar o funcionamento é outro fator que deve ser analisado antes de contratar uma empresa. Não adianta criar uma solução, caso ela não tenha condições de receber novas funcionalidades de forma rápida.

Hoje, as informações passaram a ter um grande valor para a sociedade. Quanto mais rapidamente um gestor público tiver dados disponíveis sobre segmentos estratégicos (saúde, educação, segurança etc.), mais facilmente terá decisões corretas e rápidas para dinamizar os serviços oferecidos à população.

Um exemplo de solução personalizada para o setor público é o Cheff Escolar, adotado pela Secretaria de Estado do Mato Grosso do Sul (SED/MS). A ferramenta possibilita aperfeiçoar a oferta da merenda escolar pelos seguintes motivos:

  • simplifica a administração das verbas do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) nos estados;
  • torna mais eficiente o cadastramento dos fornecedores, a contratação e a prestação de contas;
  • facilita o controle do estoque;
  • melhora a elaboração do cardápio da merenda, priorizando as necessidades alimentares dos alunos e os hábitos da região.

Se você quer ficar bem informado sobre como desenvolver sistemas personalizados para a administração pública, entre em contato conosco agora mesmo. Estamos à disposição para esclarecer dúvidas e apresentar os nossos serviços!